


POLITICAS PUBLICAS:
OPNIÃO E INFORMAÇÃO.
UM ASSUNTO
POR VEZ

MINHA
HISTÓRIA
Jari Araújo Vargas
Natural de Caçapava do Sul- RS. Nascido em 27 dez. 1963, 56 anos.
Criado na estrada do Salso, tenho origens humildes, Sou uma pessoa simples honesta e trabalhadora.
iniciei minha jornada de trabalho aos 12 anos. Aos 18 anos ingressei no exército Brasileiro, tendo alcançado o posto de sargento temporário, cargo que ocupei por 6 (seis) anos.
Em 1991 atuei como representante comercial permaneci nesta atividade por 15 anos, após este período passei a exercer a profissão de taxista a qual me encontro no presente momento.
Casado com Cintia da Silva Nunes, pai de Anthony Nunes vargas (2 anos). Ingressei na vida política em 1996 no PMDB atual MDB trabalhei ativamente nos anos de 2004,2008 e 2012 em 2016 fui candidato a vereador. Desde 2019 estou no partido dos trabalhadores (PT) e tenho como meta de vida lutar pelas causas sociais e ambientais, principalmente no cuidado público com os animais, junto ao legislativo.
ASSUNTOS

OPNIÕES
Isadora Madeira
Estudante

O sucesso de um governo não deve ser aumentar o numero de assistidos através dos planos de assistência social, mais exatamente o contrario. É preciso trabalhar forte na geração de empregos e qualificação da mão de obra para o trabalho, pois quanto menor o numero de pessoas necessitadas maior é o mérito do estado.
Rita N. Melo
Enfermeira
Responsavel Formigueiro-RS

Em minha percepção, ha grande diferença entre assistencialismo político e assistência social. Enquanto no primeiro, os recursos públicos estimulam a dependência e depressão humana, propiciando uma formação social inadequada, o segundo serve como meio de incentivo pessoal, despertando nos indivíduos animo para formulação de idéias que viabilizem mudanças e/ou melhoras nas condições de vida, acrescem dignidade e certamente promovem mais alegria no viver individual e coletivo.
Professora
Mestre em educação
Caçapava do Sul-RS

Mariangela Fighera
Na educação, antigamente o caráter das creches era assistencialista, ou seja, voltado aos aspectos da higiene, cuidados físicos e alimentação, pois ainda não se cogitava em ações educativas. Em função deste pensamento, começaram a ser elaboradas propostas de trabalho em algumas creches e pré-escolas públicas. A nova concepção de creche pós (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96), passou a ter uma visão educacional, desenvolvendo o aluno integralmente. No meu ponto de vista a assistência social deveria desenvolver um trabalho integrado com as escolas, para garantir os direitos da criança previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), em uma ação conjunta com o Conselho Tutelar e Organizações Não Governamentais (ONGs), formando uma Rede de Proteção.













